Perguntas Frequentes — Caminhão Pipa em Paranoá
Quanta água a minha obra no Paranoá vai consumir por dia?
Depende da etapa e da área. Frente de terraplenagem em compactação consome muito mais que uma obra em fase de acabamento. Na visita ao canteiro levantamos a etapa e o volume diário, e montamos o cronograma de cargas em vez de deixar a obra chamando avulso.
Por que preciso de mais água no Paranoá entre maio e setembro?
Porque é a estação seca do DF: a precipitação raramente passa de 9 mm no mês e a umidade relativa registra episódios abaixo de 20%. O solo chega à pista sem umidade nenhuma, e sem água não se atinge a umidade ótima de compactação exigida no ensaio.
A água serve para o concreto?
Para amassamento e cura, entregamos água potável. Água de procedência desconhecida pode conter contaminantes que interferem na hidratação do cimento — e o problema só aparece depois, na resistência da peça.
Vocês fazem supressão de poeira em obra dentro de área urbana?
Sim. É um dos usos mais frequentes no Paranoá, que é área de expansão urbana com obras cercadas por ocupação consolidada. A aspersão na pista de serviço resolve visibilidade, exposição do trabalhador e a reclamação da vizinhança.
Emitem nota fiscal para construtora?
Sim, com faturamento mensal e relatório de cargas por data e etapa, no formato que o setor de compras usa para apropriar o custo.
Dá para usar água de reúso e economizar?
Para umidificação de pista, supressão de poeira e lavagem, sim — e sai mais barato. Para amassamento e cura de concreto, não: essas etapas pedem água potável. Nunca transportamos as duas no mesmo tanque, como a Portaria GM/MS nº 888/2021 determina.